Início Cidade e Região Londrina registra 713 casos de dengue com 4 mortes

Londrina registra 713 casos de dengue com 4 mortes

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O secretário municipal de Saúde, Felippe Machado (foto), divulgou nesta quinta-feira (18), o relatório semanal com informações atualizadas sobre a dengue em Londrina. O número de casos positivos da doença atingiu 713 confirmações, quase 10% a mais em relação ao índice da semana anterior. O total de notificações da doença é de 6.064 somente neste ano, sendo que 1.745 casos já foram descartados, e outros 3.606 aguardam o resultado de exames laboratoriais.

Em relação aos casos graves, Machado citou que sete pacientes com dengue estão internados em hospitais da cidade. Desde a semana passada, foram confirmados mais dois óbitos provocados pela doença, e uma morte está sob investigação. “Havíamos traçado várias estratégias e planos para que não houvesse uma epidemia de dengue em Londrina, justamente para evitar as consequências que a epidemia traz, dentre as quais os óbitos e intercorrências com internações de pacientes graves. Não atingimos os indicadores epidemiológicos que colocam o município em situação de epidemia mas, infelizmente, sofremos as consequências graves geradas pela epidemia, que são os óbitos de quatro pacientes, e várias internações por complicações”, considerou.

O relatório da Secretaria Municipal de Saúde mostrou que a região sul de Londrina continua sendo a área que possui o maior índice de notificações, com 466 casos confirmados. Desde o início do ano, o Município realizou diversos mutirões de limpezas na zona sul, além de vistorias nos imóveis e aplicação de fumacê. Porém, mesmo com todas essas atividades, os agentes de Endemias observaram que os imóveis continuavam com muitos focos de infestação do mosquito transmissor da dengue, o Aedes aegypti.

“Fizemos, de forma inédita, um Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa) focado em toda a região sul. E esse LIRAa, feito há uma semana, apontou um índice de incidência de 3,5%, ou seja, muito acima do que é considerado satisfatório pela Organização Mundial de Saúde e pelo Ministério da Saúde, que é abaixo de 1%. Nós esperávamos que, com todas as ações realizadas, esse LIRAa deveria estar muito baixo, longe de qualquer risco de epidemia. Mas, infelizmente, não foi isso o que aconteceu”, informou o secretário de Saúde. (NCom/Prefeitura)

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