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Londrina participa de estudo inédito sobre nutrição infantil

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Londrina está entre as 123 cidades brasileiras selecionadas para receber o Estudo Nacional de Alimentação e Nutrição Infantil (Enani), uma pesquisa domiciliar que visa obter dados inéditos sobre o crescimento e o desenvolvimento infantil, para compor um retrato da nutrição infantil no Brasil, a fim de subsidiar a elaboração de políticas públicas na área de saúde e nutrição no futuro.

O estudo é realizado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), em parceria com o Ministério da Saúde e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, e em Londrina conta com apoio da Secretaria Municipal de Saúde. A pesquisa segue metodologia científica e foi aprovada pelo Comitê de Ética em Pesquisa com Seres Humanos da UFRJ.

A coordenadora da Saúde da Criança e Aleitamento Materno da Secretaria Municipal de Saúde, Lilian Poli de Castro, disse que as informações fornecidas pelos pais e responsáveis da criança sobre a alimentação possibilitarão obter dados de hábitos alimentares e conhecer a situação alimentar e nutricional das crianças. “Esses dados são fundamentais para a elaboração, monitoramento e aperfeiçoamento das políticas públicas e estratégias de promoção da saúde”, afirmou.

No Paraná, as visitas domiciliares começaram na segunda-feira (20) e prosseguem até julho. Serão percorridos 1.200 domicílios em 10 cidades: Além de Londrina, Araucária, Colombo, Curitiba, Foz do Iguaçu, Guarapuava, Maringá, Pinhais, Ponta Grossa e São José dos Pinhais. Ao todo, os pesquisadores do Enani vão percorrer 123 municípios, visitando 15 mil famílias.

Em Londrina, está prevista uma amostra de 320 crianças. Os participantes receberão os resultados dos exames, por correio ou por e-mail, a partir de 40 dias após a coleta dos dados, com os resultados das medidas de peso e altura, bem como do exame de sangue. Caso sejam detectadas alterações nesses resultados, eles receberão encaminhamento para uma unidade de saúde do município.

O coordenador nacional do Enani, o pesquisador Gilberto Kac, da UFRJ, explicou que as visitas domiciliares são realizadas por pesquisadores de campo identificados com camisas e crachás contendo o nome e a fotografia do entrevistador, além do logotipo do Ministério da Saúde. Os dados informados são sigilosos e, em hipótese alguma, os nomes das crianças ou dos seus responsáveis serão identificados.

Kac disse ainda que no início da pesquisa, o entrevistador vai explicar todos os procedimentos e será entregue aos participantes um Termo de Consentimento Livre e Esclarecido, com todos os detalhes do estudo e orientações sobre  como o selecionado pode entrar em contato com a central do estudo para tirar dúvidas, incluindo a opção gratuita de ligar para o número 0800 808 0990.

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