Atualização nas faixas do Minha Casa Minha Vida permite que mais famílias financiem imóveis e amplia o público de projetos como o Solare Essenza, London Plaza e Felicce, da Pride, em Londrina
O Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) aprovou novas regras que ampliam os limites de renda das famílias e os valores máximos de financiamento de imóveis. A medida autorizada a partir de março deve ampliar o acesso à casa própria e já movimenta o setor da construção civil.
Na prática, a atualização das faixas do programa Minha Casa, Minha Vida expande o número de famílias aptas ao financiamento, incluindo um público que antes ficava fora das regras. Com isso, empreendimentos já em desenvolvimento passam a atender uma demanda maior — especialmente em cidades como Londrina, onde o déficit habitacional convive com a busca por imóveis mais acessíveis.
Os novos tetos de renda mensal passam a ser de R$ 3.200 (faixa 1), R$ 5.000 (faixa 2), R$ 9.600 (faixa 3) e R$ 13.000 (faixa 4). A mudança ocorre em um contexto de juros elevados e retração da poupança, e tem como objetivo facilitar o financiamento e ampliar o uso do FGTS na compra da casa própria.
Mais famílias aptas, mais oportunidades no mercado
Para construtoras com foco em habitação de interesse social e econômico, como a Pride, o impacto é imediato. “A mudança não apenas facilita o acesso à moradia, mas também reposiciona empreendimentos já existentes dentro de um novo cenário de demanda”, aponta Vevianne Jacques, diretora comercial da Pride Construtora.
Projetos já lançados da Pride, por exemplo, passam a se encaixar em novas faixas de renda. É o caso dos residenciais Solare Essenza, London Plaza e Felicce (foto), todos em Londrina. Agora, o financiamento dos empreendimentos pode ser estendido a famílias enquadradas na faixa 2, que ampliou o teto da renda para R$ 5.000,00 – o que aumenta significativamente o perfil de compradores.
Na prática, os três projetos traduzem diferentes momentos da expansão urbana da cidade. Na Zona Sul, o Solare Essenza marca a chegada da Pride com um conceito que alia funcionalidade e lazer, reunindo apartamentos de dois quartos, opções com garden e torres com elevador — um diferencial relevante dentro da categoria econômica. Já na Zona Norte, os residenciais London Plaza e Felicce seguem uma proposta alinhada ao perfil da região, com plantas compactas e versáteis, que podem incluir sacada e unidades térreas com jardim privativo.
Em comum, os empreendimentos compartilham uma estrutura completa de áreas de lazer — com espaços como piscina, salão de festas, quadra de areia e ambientes ao ar livre — além de itens que elevam o padrão dos projetos econômicos, como elevador em todos os pavimentos e unidades com vaga de estacionamento. O resultado é um portfólio que combina acessibilidade, conforto e soluções adaptadas ao novo perfil de consumo habitacional.
Movimento estratégico do setor
Vevianne Jacques enfatiza que a atualização das regras representa um avanço importante para o mercado e para as famílias. “As novas faixas ampliam o acesso ao crédito e permitem que mais pessoas realizem o sonho da casa própria. Ao mesmo tempo, criam um ambiente mais dinâmico para o setor, com empreendimentos atendendo diferentes perfis de renda”, afirma.
De acordo com a executiva, a Pride já vinha se antecipando a esse movimento. “Estamos planejando novas unidades de dois quartos justamente para atender essa demanda crescente, com foco em qualidade construtiva e preços compatíveis com os programas habitacionais”, completa.
A expectativa é que a combinação entre novas regras do FGTS e produtos bem posicionados impulsione o mercado imobiliário, especialmente em cidades de médio e grande porte do Paraná, como Curitiba, Londrina, Apucarana e Campo Mourão, praças onde a Pride está presente.
Sobre a Pride – Em 2026, a Pride Construtora completa 14 anos de atuação no mercado imobiliário, com mais de 4 mil unidades entregues em diversas cidades do Paraná. A empresa atua no desenvolvimento de empreendimentos voltados tanto para investidores quanto para famílias que buscam a casa própria, com projetos alinhados às diferentes realidades e necessidades do público.