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Prefeitura tenta acelerar doação de terreno a empresa que vai empregar 260 pessoas

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O novo diretor-presidente do Instituto de Desenvolvimento de Londrina (Codel), Bruno Ubiratan, reuniu-se na tarde desta terça-feira (22) com os vereadores na Câmara Municipal. Na ocasião, Ubiratan, acompanhado do diretor de Técnica e de Desenvolvimento da Codel, Atacy de Melo Junior, justificou o pedido de tramitação de urgência para o projeto de lei 79/2018, que trata do terreno doado pelo Município à empresa BRF, detentora das marcas Sadia, Perdigão e Qualy.

Durante o encontro, os vereadores puderam tirar dúvidas sobre o projeto de lei. O diretor-presidente da Codel ressaltou que, para construir o centro de distribuição em Londrina, a BRF estima investir 80 milhões de reais, promovendo a geração de cerca de 600 empregos diretos e indiretos na cidade. “Com a instalação da BRF e com a infraestrutura da Sanepar atendendo a região, Londrina só tem a ganhar. A expectativa é que, somente em empregos diretos, 260 novas vagas sejam criadas. E essa iniciativa vai contribuir também por atrair ainda mais empresas para a cidade”, declarou.

O Executivo deverá protocolar o pedido de tramitação com urgência nesta quarta-feira (23). O objetivo é garantir que parte da área cedida para a empresa, e que não será utilizada, retorne para a Prefeitura e, futuramente, possa ser revertida em benefício do Município.

Segundo Ubiratan, o pedido partiu da própria BRF, que se compromete a iniciar as obras do seu centro de distribuição em Londrina assim que a matrícula do terreno for regularizada para a área solicitada. “Essa é minha primeira missão como diretor-presidente da Codel”, afirmou.

A lei municipal n° 12.477/2016 havia autorizado a doação de área para a BRF, localizada no prolongamento da Avenida Saul Elkind, na saída para Ibiporã. O terreno, com área total de 171 mil metros quadrados, foi escriturado em nome da empresa em setembro de 2017. No entanto, após revisão do plano de ocupação, o projeto da BRF previu ocupação de somente 101,603 mil metros quadrados. A empresa decidiu, então, encaminhar a devolução da área sobressalente ao Município.

O projeto de lei que regulariza essa devolução também prevê que, dos 70 mil metros quadrados que retornarem, 20 mil sejam destinados à Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar). No local, a Sanepar deverá construir um centro de distribuição, oferecendo como contrapartida a infraestrutura de abastecimento de água e esgoto da região.

Além do Paraná, o centro de distribuição da BRF em Londrina estima atender também o oeste paulista e sul de Mato Grosso do Sul. O espaço projetado deverá receber até 150 caminhões por dia, que irão movimentar cerca de 15 mil toneladas de alimento por mês.

(Com informações do Núcleo de Comunicação da PML – Foto: Arquivo Londrix)

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