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Malha asfáltica é recuperada em várias regiões

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O processo de recuperação da malha asfáltica de Londrina continua em todas as regiões da cidade, com uma série de trabalhos que a Prefeitura vem desenvolvendo por meio da Secretaria Municipal de Obras e Pavimentação (SMOP). As ações incluem serviços de recape, reperfilagem e micropavimentação de asfalto em ruas e avenidas. Além disso, há também as atividades de rotina para manutenção viária que ocorrem diariamente com as operações de tapa-buracos, desentupimento de bueiros, limpeza e reparos no sistema de drenagem, recuperação de galerias, entre outros.

Na região leste, estão sendo realizados serviços de recape em vias do Jardim Monterrey, Jardim Guararapes e outras áreas adjacentes ao Hospital Universitário (HU). A agenda inclui as ruas Jurema, Apucarana, Doutor Arlindo Carmona, Ferdinando Pivaro e Mario Nogueira Monteiro, entre outras. Os trabalhos ocorrem por meio de recurso do governo estadual, na ordem de R$ 20 milhões, que estão sendo utilizados para promover mais de 60 km de revitalização asfáltica, contemplando 246 vias urbanas que receberão o serviço, com prioridade àqueles bairros que apresentam problemas mais graves no asfalto. A programação começou há cerca de um mês e os serviços já foram finalizados no Jardim Aragarça.

Na mesma faixa da face leste da cidade, equipes da Obras seguem fazendo trabalhos de reperfilagem asfáltica no Jardim Antares. A Secretaria Municipal de Obras e Pavimentação pretende realizar 60 km de recape asfáltico ainda este ano, sendo que cerca de 11 km já foram executados até agora. Aproximadamente 20 mil metros quadrados foram feitos, apenas na região leste, em junho de 2018.

O secretário municipal de Obras e Pavimentação, João Verçosa, disse que para fazer a reperfilagem o Município investe recursos próprios, sendo que, mensalmente, são feitos de 10 a 20 mil metros quadrados do serviço na cidade. “Na sequência, será aplicado na Avenida Alziro Zarur, também na região leste, que está em fase final da obra de duplicação. Nessa via, a reperfilagem vai ocorrer a partir da área da rotatória do HU até a rotatória próxima ao Aeroporto de Londrina, na Avenida Santos Dumont”.

Segundo Verçosa, desde 2017 até maio de 2018, foram executados mais de 64 Km de asfalto em Londrina, somando recape e micropavimentação. O objetivo é ampliar e aprimorar os serviços asfálticos para trazer mais segurança e melhores condições aos motoristas, pedestres e moradores que utilizam essas vias. “Também está sendo feita a micropavimentação em várias áreas que tinham asfalto em péssimo estado”, afirmou.

Outra modalidade que vem sendo muito utilizada na recuperação asfáltica do município é a aplicação de micropavimento, que está em andamento e já propiciou a execução de 23 km de vias restauradas pelo serviço apenas neste ano. Os trabalhos são feitos por meio de contrato de convênio celebrado entre a Prefeitura e o Consórcio Público Intermunicipal de Inovação e Desenvolvimento do Estado do Paraná (Cindepar).

Atualmente, está em curso a Etapa 2 dos serviços, que tem atividades programadas para atender uma grande quantidade de bairros em diferentes regiões. Em junho, foram feitos mais de 64 mil metros quadrados nas regiões oeste e norte de Londrina. “A previsão é que, até o final do ano, serão executados 80 km de micropavimentação ao todo”, apontou Verçosa.

No momento, a ação está concentrada no Parque das Indústrias, na região sul, onde as atividades devem ser concluídas até a próxima semana. Na sequência, devem continuar os trabalhos no Jardim do Sol e Jardim Shangri-lá B, na região oeste, que terá várias áreas contempladas.

A Etapa 1 do programa, lançada em dezembro de 2017, possibilitou a recuperação asfáltica de aproximadamente 270 mil m² de vias urbanas em bairros das regiões norte, sul e leste de Londrina.  O serviço ocorre em vias que antes recebiam apenas serviços de tapa-buraco e necessitam de uma revitalização mais efetiva. O convênio traz ao município a possibilidade de executar um asfalto a preço mais acessível e com maior durabilidade, qualidade e capacidade de impermeabilização. Sua vida útil é de cerca de 4 a 5 anos, dependendo de fatores como a intensidade do tráfego de veículos pesados no local, por exemplo. (Fonte: Prefeitura/Ncom)

Foto: Vivian Honorato/Divulgação

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